Avril Lavigne2  T4F Time For FunVALE (1)Avril Lavigne é o grande nome no line up de shows do Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. A cantora e compositora de 29 anos – ela  começou a carreira em 2001, aos 17, com  o álbum “Lei it go” – se apresenta na capital mineira em dia 3 de maio, sábado,  continuando a turnê brasileira, que começou por São Paulo (dias 29 e 30 de abril), passa pelo Rio nesta sexta (2) e segue depois para Brasília, em 4 de maio, no Net Livre.

No show, destaque para “Avril Lavigne”, seu quinto disco,  lançado em 2013. O álbum reúne 13 canções, entre elas “Here’s to never growing up’ e o single mais recente -“Rock’N Roll”. Inclui, ainda, Let me go, parceria com Chad Kroeger, marido da artista e vocalista da banda Nickleback. Ela também afina a voz para apresentar sucessos da carreira, como “Complicated”, “Sk8er boy”, “Girlfriend”, “I’m with you”, “My happy ending” e “Alice”.

A trajetória da bela Avril Lavigne começou em alta – o álbum de estreia vendeu 16 milhões de cópias. No mundo disputadíssimo da música, a moça mantém a carreira em curva ascendente, mesmo sem a vendagem espetacular de antes – em 10 anos de carreira, aproximadamente 35 milhões em venda de discos. Ela também cria trilhas para filmes e uma das mais baladaladas foi para a última versão de Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland/ 2010), de Tim Burton.

Em 2004, seu segundo trabalho – Under My Skin – marcou o primeiro lugar na parada da Billboard. Com The Best Damn Thing, de 2007, conseguiu cravar 202 milhões de visualizações no You Tube com o single Girlfriend, um recurso que aumenta a visibilidade do artista e garante público nos shows. O quarto álbum de estúdio foi Goodbye Lullaby, de 2011, e pelo menos duas canções se tornaram hits:  What The Hell e Smile.

Boa de música e de negócios, Avril lançou sua marca de roupas – a Abbey Dawn, assinou três fragrâncias (Forbidden Rose, Black Star e Wild Rose) e em 2010 passou a integrar os famosos do bem, com a criação da The Avril Lavigne Foundation. Sua instituição dedica-se a ajudar crianças e jovens portadores de doenças graves e deficiências e em pouco mais de três anos de criação bateu a marca de pelo menos US$ 500 mil em arrecadações de fundos. Vale visitar o site:  www.theavrillavignefoundation.org

A cantora canadense, que surgiu com uma imagem mais rebelde – ela cantava Sk8ter no capô de um carro e usava roupas em style badboy ou assumia um visual skate – deu uma virada na indumetária, com figurino mais rocker e adulto, mas musicalmente está menos rock and roll para os antigos fãs. Na apresentação em São Paulo, ela cantou Hello Kitty, que teve o clip lançado semana passada – bem mais romântica e caretinha do que Bad girl, um de seus grandes sucessos. Quem é seguidor de carteirinha, especialmente até a faixa dos 20 anos, curte, e muito, a new Avril Lavigne – que deixou a adolescência para trás e segue o desejo do público. Um pouco menos roqueira nos palcos, um tanto mais glamourosa e sexy nas roupas de couro, no make privilegiando os olhos claros e mantendo o blond brilhante dos cabelos longos. Beth Barrabethbarrapress@gmail.com (Foto – Divulgação/Time For Fun)